sexta-feira, 23 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Vamos ajudar??

quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Polícia apreende pombo com celular atrás de presídio em Porto Alegre!!

Segundo a polícia, o animal teria tentado atravessar o muro, mas não conseguiu. A polícia recebeu um chamado avisando que o pombo estaria parado perto do muro. Os policiais recolheram o animal. Ele não estava ferimentos, mas apresentava sinais de cansaço, segundo a polícia.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Protocolo de vacinação contra leishmaniose visceral canina.
A Leish-Tec® – Vacina Recombinante contra Leishmaniose Visceral Canina será comercializada exclusivamente para médicos veterinários.
Estão reunidas aqui informações úteis sobre a vacina contra Leishmaniose Visceral. Qualquer duvida sobre valores ou em relação ao protocolo por favor entre em contato via telefone ou email.
-A vacina deverá ser aplicada em cães acima de 4 meses de idade.
Como todas as outras vacinas, deverá ser precedida de um minucioso exame clínico realizado por um médico veterinário.
-A vacina deverá ser aplicada somente em cães assintomáticos com resultados sorológicos negativos para leishmaniose visceral canina. Ou seja, antes da vacinação o veterinário deverá coletar uma amostra de sangue do animal.
-Via de administração: subcutânea.
-Posologia: três doses com intervalo de 21 dias entre as aplicações. Em caso de atraso, iniciar novo protocolo. O animal apresentará a resposta imunológica 21 dias após a terceira dose.
-Revacinação anual a partir da primeira dose. Em caso de atraso até 15 dias, administrar duas doses com intervalo de 21 dias entre as aplicações. Prazo superior a 15 dias, iniciar novamente todo o protocolo vacinal proposto.
-Como no uso de todos os produtos biológicos, podem surgir reações de hipersensibilidade, que deverão ser imediatamente tratadas de acordo com a orientação do médico veterinário.
-A vacinação não é o único instrumento de prevenção e controle dessa enfermidade. Outras medidas também devem ser adotadas, conforme normatização do Ministério da Saúde.
-Os animais vacinados que apresentarem sinais clínicos de leishmaniose visceral, reações sorológicas positivas estarão passíveis de adoção das medidas sanitárias vigentes.
-O médico veterinário deverá, obrigatoriamente, manter sob sua guarda, durante no mínimo 3 (três) anos após a última dose da vacina, cadastro e registro contendo nome do produto, data de fabricação, data de validade, nº de partida, nº de doses; o endereço completo e identificação completa do animal vacinado, do responsável civil pelo animal e datas de vacinação.
-A Hertape Calier Saúde Animal S.A. deve: manter obrigatoriamente, durante 3 (três) anos após a data de distribuição do produto, informações completas sobre os médicos veterinários responsáveis pela aplicação da vacina.
-Em casos de animais vacinados com outra vacina contra leishmaniose visceral canina, diferente da Leish-Tec® – Vacina Recombinante contra Leishmaniose Visceral Canina, o proprietário deverá assinar uma declaração específica e cumprir todo o protocolo proposto da Leish-Tec® – Vacina Recombinante contra Leishmaniose Visceral Canina para imunização do animal. O atestado de vacinação anterior deverá ser mantido anexo ao atual pelo fato da imunização com a Leish-Tec® – Vacina Recombinante contra Leishmaniose Visceral Canina não ter o condão de reverter uma eventual sorologia positiva decorrente da vacinação anterior do cão com produto distinto desta vacina.
Leishmaniose Visceral Canina
A leishmaniose visceral canina, mais conhecida como Calazar, é uma doença infecciosa, causada por protozoário, e considerada uma das principais zoonoses ( doença que afeta os animais e os seres humanos) mundiais. Considerada a quinta maior endemia mundial, a doença já se encontra disseminada em 04 continentes. Estima-se que 400 milhões de indivíduos estejam expostos à infecção e nas Américas, o Brasil é responsável por cerca de 90% dos casos reportados.
A doença é transmitida pela picada do flebótomo (inseto também conhecido por mosquito-palha) infectado que afeta o homem e particularmente o cão doméstico, desenvolvendo lesões na pele (Leishmaniose Tegumentar (ou envolvimento visceral generalizado (Leishmaniose Visceral), constituindo um sério problema para a saúde pública.
O cão é o principal reservatório da doença em ambiente doméstico e devido a sua elevada prevalência, associados aos hábitos do inseto transmissor, tem tornado a Leishmaniose uma doença de difícil controle. Segundo dados do ministério da Saúde, a doença vem se espalhando pelo Brasil e o número de casos vem aumentando ano após anos.
O diagnóstico da Leishmaniose Visceral Canina apresenta-se dificultado por vários fatores, principalmente por se tratar de uma doença de ampla manifestação clínica e pela inexistência de testes diagnósticos de fácil acesso à maioria da população. Outra característica importante consiste no fato de que alguns animais infectados permaneçam assintomáticos por longos períodos, entretanto, são fontes de infecção para os flebotomíneos e, conseqüentemente, tem papel ativo na transmissão da doença.
Nos cães, a doença é sistêmica, crônica e leva o animas à morte. A doença, em geral, afeta cães sadios ao contrário do que ocorre nos humanos. Após ser contaminado o animal pode demorar de 2 meses até 6 anos para apresentar os sintomas clínicos da doença. Em geral os animais podem apresentar emagrecimento, apatia, fraqueza, queda de pelo, descamação e lesões na pele, feridas que não cicatrizam, crescimento exagerado das unhas, aumento e disfunções dos órgãos internos como fígado e baço, dentre outros, levando o animal à morte. No Brasil, o tratamento não é recomendado pelo Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura e os animais infectados devem ser sacrificados.
Para minimizar a possibilidade de infecção, é necessário associar uma série de medidas preventivas. Como prevenção é indicada a vacinação com a Leish-Tec nos animais soronegativos, encontrada em clínicas veterinárias, associada a outras medidas de controle, como por exemplo: aplicação ou uso de repelentes químicos ou naturais nos animais, facilmente encontrados no mercado veterinário sob formas de coleiras, sprays, xampus, dentre outros; dedetização do ambiente Peri domiciliar, mantendo o ambiente sempre limpo, livre de folhas e matéria orgânica em geral (meio propício para reprodução do flebotomineo); instalação de telas protetoras; dentre outras.
A vacinação dos animais é uma medida complementar eficiente, auxiliando o programa de controle da doença. Além de proteger o animal, impedindo que ele fique doente e apresente sintomas clínicos, a vacina impede que o animal torne reservatório do parasita. Com isso, diminuímos as fontes de infecção do inseto transmissor e conseqüentemente o número de casos caninos e humanos da doença.
A Leishmaniose não é mais uma doença dos subúrbios, ela está presente em todas as classes sociais. É necessário um bom relacionamento da saúde pública com mútua cooperação e orientação de toda população para um controle eficaz da Leishmaniose Visceral no Brasil.
Por: Vinícius Junqueira Hermont.
Médico veterinário e Gerente de produto da Leish-Tec.
Vacina produzida pelo Laboratório Hertape Calier.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Vai viajar com o seu amigão? Já preparou o Atestado de Trânsito animal junto com o seu veterinário???


terça-feira, 1 de setembro de 2009
Felicia Punk
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Promoção de vacinas para o mês de agosto !


sábado, 20 de junho de 2009
Cobertor da Tia Dani
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Hospedagem de Animais
sábado, 16 de maio de 2009
Cão sósia !
Silvio Santos teve uma surpresa, durante a gravação do quadro Igualzinho ao Meu Cãozinho, exibido em seu programa de domingo, no SBT. Uma das participantes, ao invés de levar um cão parecido com ela, levou um pequeno shih-tzu de paletó e microfone no pescoço, imitando o Dono do Baú. E não é que o dono do SBT levou na brincadeira e pegou o peludo no colo, achando-o mesmo parecido com ele? A cena vai ar no próximo domingo (17), no Programa Silvio Santos. sexta-feira, 15 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Livro: Jaulas Vazias
Tom Regan, professor emérito de filosofia da Universidade da Carolina do Norte, é reconhecido mundialmente comoum dos maiores nomes da bioética, especialmente da teoria dos direitos animais. Vegetariano há mais de 30 anos, seus numerosos escritos e livros têm marcado o movimento em defesa dos direitos animais. Publicou, entre outros, The Case for Animal Rights e Animal Rights and Human Obligations.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Principais erros na adoção dos felinos!

Adoptar impulsivamente!
Não adquira um gato porque hoje acordou e lembrou-se que seria giro ter um felino lá em casa para lhe fazer companhia. A intenção pode até ser boa, mas quando as tarefas diárias se instalarem não me pode devolver com o fez com aquele casaco que afinal não era tão bonito assim. Há que namorar a ideia e até o gato… não é isso que faz com qualquer aquisição importante? Pesquise o assunto, fale com amigos e familiares para ter uma ideia real sobre aquilo no que se vai meter! Não se esqueça que podemos viver muitos e longos anos. Está realmente preparado para assumir esse compromisso e todas as responsabilidades inerentes? Se me adoptar num impulso, provavelmente fê-lo porque não pesquisou, nem pensou o suficiente, o que implica que vai ter de aprender muito em pouco tempo. E esse é um cenário que pode dar certo, mas que também pode dar para o torto… e depois? Vai mandar-me embora sem mais nem menos? Meow…
Levar o primeiro que derreta o seu coração!
O gatinho mais bonito ou mais pequenino nem sempre será o melhor companheiro para a próxima década! Existem alguns truques para “descobrir” o felino mais sociável: se quando pegar nele ao colo ele tentar fugir de imediato, tente fazer festinhas a outro, de preferência um que não se importe de estar nos seus braços! Pode ainda tentar uma simples brincadeira com uma pequena bola para ver se o gato vai atrás dela pronto para a brincadeira! Acho que não vai querer levar para casa uma bola de pêlo que é apenas isso mesmo e que fica a olhar para “ontem que já passou”! Se não quiser um gatinho com tanta energia, os gatos adultos são sempre uma boa opção, afinal de contas são mais maduros e têm mais experiência com os humanos! No entanto, mesmo com os mais velhos, faça o teste do colo… qual o interesse em ter um felino que não se sinta bem nos seus braços? É a melhor coisa do mundo…
Separação precoce!
Se optar por um gatinho, o melhor é não separar-me da minha mãe antes do tempo, ou seja, até eu estar desmamado. Se o fizer, vai ter maiores dificuldades em educar-me… depois não diga que não avisei!
Não estar preparado para abrir os cordões à bolsa!
Para começar, e estamos a falar desde o minuto em que passo a ser seu, vou precisar de: uma caixa de transporte, um cesto para dormir, a minha liteira (privada de preferência!), o meu próprio comedouro e bebedouro, alimentação de qualidade e adequada à minha idade. (Não sei cozinhar, mas gostava de saber como é que o Garfield desenrascava aquelas lasanhas…). Não se esqueça do pente, do corta unhas e dos brinquedos! As necessidades básicas de qualquer ser vivo também se aplicam no nosso universo!
Tratar-me como um humano!
Sou um gato, um felino, uma bola de pêlo mas tenho necessidades muito específicas! Isto quer dizer que tem de evitar utilizar comigo, ou em qualquer parte do meu corpo, coisas como corta unhas, pentes, champôs, sabonetes, comidas e outros artigos destinados exclusivamente aos humanos. Deixe-me viver como um gato!
Descuidar-se com os cuidados felinos!
As responsabilidades associadas a ter um gato em casa são várias e quase todas relacionadas com a minha higiene e saúde, ou seja, de extrema importância! À alimentação equilibrada junta-se o banho com alguma moderação, olhos e orelhas limpas, unhas cortadas, dentes saudáveis e pêlo brilhante. Ah, a melhor parte: uma liteira asseada e sem odores. Vai dar algum trabalho mas, em compensação, vou ser o maior “gato” ou “gata” do bairro.
Não ter uma casa à prova de gato!
A curiosidade matou o gato e por algum motivo foi. Eis algumas dicas para evitar acidentes e lágrimas desnecessárias: tape as tomadas de electricidade, esconda os fios eléctricos, mantenha bem guardados os medicamentos, sacos plásticos, objectos pequenos (elásticos, agulhas, etc.), produtos de limpeza, pesticidas, herbicidas e raticidas. Assegure que as tampas das sanitas e dos caixotes do lixo estejam sempre fechadas. Tenha cuidado com os pequenos electrodomésticos aos quais conseguimos chegar com um simples pulo: torradeiras, sanduicheiras, ferros e máquinas de café, entre outros.
Deixar-me à solta!
Há que deixar-me viver a minha vida (neste caso as sete!) e desfrutar da beleza (e da preguiça!) que é ser um gato, no entanto, isso não implica deixar-me com livre acesso às varandas e/ou ao exterior da casa. O mundo lá fora nem sempre é agradável para os animais de quatro patas: os carros podem ser assustadores, as pessoas podem não ser tão carinhosas como o meu dono e os outros animais podem meter-se comigo ou contagiar-me com alguma doença. Hoje em dia, todos os cuidados são poucos! Se a minha rédea for demasiada curta, não tarda nada estou mais selvagem do que o Indiana Jones e, sinceramente, fiquei com a impressão que queria um gato, não um leão…
Magoar-me!
Atenção! Nós gatos exigimos ser tratados com o devido respeito e não como um brinquedo ou peluche qualquer. Deve evitar atitudes como pegar em mim pela cabeça, puxar-me pela cauda ou pelas patas dianteiras. Não me acorde quando eu estiver a dormir profundamente porque são durante essas longas sestas que eu desenvolvo e cresço. Se me bater ou gritar comigo quando me portar mal (o que acontece muito, muito de vez em quando!), as coisas podem correr ainda piores. Sei que os humanos conhecem bem a expressão “virar o feitiço contra o feiticeiro” e, em qualquer uma destas situações aqui citadas, o gato pode virar-se contra o dono, o que não seria nada agradável para nenhum de nós. Está tudo explicado não está?
Achar que o Dr. Veterinário é um gasto desnecessário!
Todos sabem que nós felinos somos fortes e saudáveis, mas isso não quer dizer que não precisamos de ir visitar o Dr. Veterinário de vez em quando! Ele conhece-nos por dentro e por fora e deve acompanhar-nos desde as primeiras vacinas (uma vacina mensalmente entre os dois e os seis meses de idade); passando depois para a vacina anual contra várias doenças; e ainda a vacina contra a leucemia felina que devemos levar de três em três anos. Não se esqueça de pedir a análise de controle de parasitas regularmente. Ah, e se não quiser mais gatinhos à sua porta todos os anos, considere a castração, que deve ser feita até aos seis meses de idade. O meu dono marca consultas de rotina e faz exames médicos anuais e a verdade é que eu também preciso. Os cuidados de saúde são indispensáveis para que eu possa viver uma longa e boa vida, por isso, se não estiver disposto ou não puder gastar algum dinheiro numa clínica veterinária, o melhor é não adoptar um gato (pelo menos para já!).
Não ter tempo para mim!
Somos bichos solitários, mas no fundo não queremos viver assim! Contamos com o seu tempo e paciência diárias (se calhar mais do que uma vez por dia!) para nos dar algumas carícias e, claro, muitas sessões de brincadeira. Eu sei que vão haver dias em que chega a casa muito cansado, triste ou até zangado, mas garanto-lhe que comigo no seu colo durante cinco minutos, todo esse stress vai desaparecer! Por favor, não se esqueça de mim!
Fonte: Ronronar.com
terça-feira, 12 de maio de 2009
Zé - O Rei do Panceps !!
Mas é um fofo não é??
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Apreciem sem moderação! Cida, Paçoca e Ziggy !
Noticias quentinhas!!
Recebi novas fotos da Cida e da Paçoca!
Elas continuam lindas e maravilhosas como sempre!
Graças à Deus estou conseguindo acompanhar de perto a adaptação delas.
Mas acreditem, elas não poderiam estar em um lugar melhor!
Os novos pais Fabi e Fábio são maravilhosos!!
Amém né heheheh!!
domingo, 10 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
O cão mais velho do mundo !
A dachshund Chanel ganhou uma festa em Nova York, com direito a bolo e registro no Livro Guinness dos Recordes.
Denice Shaugnessey, dona de Chanel, conta que o segredo da longevidade da cadela está na maneira como ela é tratada.
"Eu cuido muito bem dela e trato-a como um membro da família, como uma pessoa", afirmou.
O único problema de saúde de Chanel é uma catarata, manifestada no ano passado. Por isso, a cadela está sempre de óculos escuros.


















